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Caraguá e a sua relação com o Número 7

Brasão Caraguá_madeira 01

 

Os numerólogos apostam que cada número significa algo, seja de bom ou de ruim. Ao mesmo tempo as pessoas se identificam com os números. O número 13 é considerado de azar, ao ponto da Embaixada Americana em Paris não ter o 13º andar nos seus elevadores. Na verdade o piso em questão pertence a CIA e para entrar nele é necessário usar uma chave. O número 7 é considerado número de mentiroso, mas no Zodíaco é considerado um número forte. O mesmo acontece com o número 8, que para os Chineses é considerado como o Infinito. Na verdade não importa qual o número, importa o que você acredita que ele vai representar para você.

No caso que passamos a seguir é diferente. Ao longo da história o número 7 tem uma grande relação com Caraguatatuba, seja no dia, no mês ou no ano, na soma ou na divisão o número 7 percorreu e acompanhou a cidade nas melhores e piores datas e momentos. Não se sabe o porquê mas a história política de Caraguatatuba tem início em 1894, ou seja, 37 anos depois de elevada de Freguesia para Vila em 1857, através  do Livro de Atas 14/1 do Poder Legislativo, com a data de 25 de agosto de 1894.

O número 7 (sete) é marca registrada na história de Caraguatatuba. O que para alguns significa menção de mentira, para outros, principalmente os Esotéricos, representa força e poder. Veja bem estas coincidências; Em 1807, quando da inspeção do Povoado, o Governo ficou sabendo da Vila que desertou. Em 1847 pela Lei Provincial nº 18, de 16 de março, o Povoado passou à categoria de Freguesia, pertencente ao Termo de São Sebastião, nossa vizinha do lado sul.

Em 1857, segundo a Lei Provincial nº 30, de 20 de abril, a Freguesia é elevada à categoria de Vila, com a instalação da Câmara Municipal e da Cadeia Pública. Já em 1927 instala-se na cidade a Fazenda São Sebastião (Fazenda dos Ingleses) e posteriormente Fazenda Serramar.  No ano de 1947, com base na Lei nº 38, de 30 de dezembro, do Governador Adhemar de Barros, a cidade passa a ser conhecida como Estância Balneária.

Finalizando a história do município em 1957 é comemorado o Primeiro Centenário de Caraguatatuba, com direito a verba enviada por políticos de renome e muita festa, desfile e comemorações e em 1967 a cidade é atingida por uma catástrofe natural (tromba d’agua) e ocupa o noticiário mundial. Há mortos, feridos e desaparecidos. Os números apresentam oficialmente 200 mortos, mas os moradores falam que pereceram cerca de 2.000 pessoas, com o extermínio de famílias inteiras. A partir de 67 os acontecimentos foram mais amenos, mas igualmente intensos. Em 1977 encerrava-se a atribulada gestão da Prefeita Tereza Cury Nogueira e tinha início a primeira gestão do finado José Bourabeby. Não há registro de acontecimentos em 1987, mas 10 anos depois, em 1997, assumia pela primeira vez a Prefeitura o empresário Antonio Carlos da Silva que permaneceu 16 anos como o maior mandatário político da história da cidade. Com exceção de 2007, que registrou o sesquicentenário da cidade, em 2017 espera-se uma nova tromba d’agua, pois segundo os especialistas, o ocorrido em 1967 é um efeito sazonal que se repete há cada 50 anos no mesmo lugar. Esperamos estar melhor preparados caso isso venha a ocorrer.

Sobre Pedro Monte-Mór

Pedro Monte-Mór tem 54 anos, é Jornalista Profissional, formado pela Universidade de Taubaté em 1986 e Pós-Graduado pela mesma Universidade em Assessoria de Imprensa, Gestão da Comunicação e Marketing em 2005. Carioca de nascença mora em Caraguatatuba há 44 anos e incorporou-se ao modo de vida paulista. O início da sua vida profissional se dá na década de 80, quando fez Free Lance para a Rádio Oceânica – AM 670 e Jornal Expressão Caiçara. No período universitário trabalhou de 1984 a 1986 na GAZETA DE TAUBATÉ, sob o comando do Jornalista Djalma Castro e como Correspondente em Taubaté do extinto JORNAL DO VALE, de São José dos Campos no ano de 1986. Trabalhou para o SEBRAE Litoral Norte – Regional São José dos Campos, Prefeitura Municipal de Caraguatatuba de 1989 a 1992, além de diversas outras entidades de classe, Como ACE (Jornal do Comércio) e AEAA-C (Jornal dos Engenheiros), sempre na direção Editorial. Prestou Assessoria de Imprensa para a Praiamar Transportes. Fundou os jornais O NOROESTE e NOROESTE NEWS em Caraguatatuba, respectivamente de 1997 a 1998 e de 1998 a 1999. Foi Correspondente do JORNAL IMPRENSA LIVRE, de São Sebastião, o único diário do Litoral Norte do Estado de São Paulo, de 1992 a 1996 e de 1999 a 2001. Trabalhou como Assessor de Comunicação da Câmara Municipal de Caraguatatuba de 2001 a 2012, exercendo também as funções de Relações Públicas, Cerimonialista e Mestre de Cerimônias. Exerceu função na Assessoria de Comunicação da Prefeitura de São Sebastião de Agosto de 2013 a Julho de 2014 e escreveu para o Jornal InfoImóveis de Dezembro de 2013 a Fevereiro de 2014. Ministrou aulas na UNIP em São José dos Campos (Marketing Político) e no Módulo – Comunicação (Fotografia e Teoria da Comunicação). Atualmente ministra aulas no IBRAP (Instituto Brasileiro de Administração Pública), nos cursos de Ouvidoria, Assessoria de Comunicação, Estruturação de Assessoria de Comunicação e Media Training.

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