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O tiro no pé do Prefeito Antonio Carlos

Dei um Tiro no Pé 1

 

A História já imortalizou o empreendedorismo do Prefeito Antonio Carlos da Silva. Antenado, Visionário, Homem com toque de Midas, Experiente, Doutor em Mercado. São vários os apelidos e menções. O mesmo eu não diria no que tange ao seu traquejo, ao seu trato em lidar com a política e os políticos.

Gostaria muito de ter R$ 1 milhão e entregá-lo ao Prefeito Antonio Carlos como forma de orientar meus investimentos financeiros e de mercado. Tenho certeza de que em 6 meses certamente já teria r$ 2 milhões, mesmo achando que na verdade teria mais, com a diferença ficando para o nosso consultor/empreendedor como forma de despesas, taxas, honorários e pagamentos terceiros.

Eu não confiaria ao mesmo homem o trato com candidatos, presidentes de partido, líderes comunitários, dentre outros. Infelizmente o mesmo valor e tarimba para manobrar dinheiro e comércio, Antonio Carlos não tem para o debate com correligionários, adversários e simples eleitores.

Falo com cátedra, conhecimento, experiência e vivência, testemunhando cenas e acontecimentos, verdadeiros tiros n’agua que se fossem resolvidos de outra maneira, certamente mudariam o rumo da história política da cidade.

Dentre os vários tiros no pé destaco a passeata de 1997 até a Prefeitura, feita por moradores e comerciantes criticando a Zona Azul. A chegarem ao portão lateral, pedindo a presença do Prefeito, o mesmo faz a célebre frase, “Não vejo comerciantes reclamando da Zona Azul”. Outra conhecida menção do Chefe do Executivo se deu quando das manifestações sobre o custo da tarifa de ônibus urbano e os manifestantes aproveitaram para vincular o Prefeito com alguns vícios ilícitos. Numa rádio local, falando sobre o assunto, saiu-se com essa. “Eu cheiro com o meu dinheiro e não com o da Prefeitura”. Finalizando as bolas fora, destaque se dá a crítica de Secretários que estariam fazendo campanha antecipada.

Nessa última a bola fora foi das maiores e culminou com a dispensa de um amigo, correligionário, articulador e coordenador de campanha de 23 anos. O que há de inteligente nisso??? Alguém imagina para onde Nivaldo Alves, o único realmente exonerado vai??? Para o colo da esposa Joana ou o divã de uma Psicóloga é que não será. Na verdade tudo pareceu armado para tirar Nivaldo Alves do jogo eleitoral, pois numa análise superficial dos 3 pretensos pré-candidatos Gílson voltou a ser engenheiro, Sérgio Braz tirou o time de campo para não perder o emprego, trocando a Prefeitura pela tentativa da Câmara e apenas Nivaldo foi exonerado.

Nesse grupo incluem-se Marcelo Medeiros que nunca foi sequer citado como pretenso pré-candidato e absteve-se de tal e Cristian Bota, que de Secretário passou a Adjunto de Turismo, como se a simples troca do cargo 1 para o cargo 2 na hierarquia não o manteria ativo para fazer campanha em prol de seu irmão Vereador.

O que se estranha mesmo é o fato de que as candidaturas à Prefeito de Caraguá é que oferecem perigo de governabilidade e perda de foco na véspera da eleição. Sendo assim o genro Felipe Augusto, pré-candidato a Prefeitura de São Sebastião, as candidaturas de Sérgio Braz e Jonas Fontes entre outros à Vereança são consideradas normais e não representam problemas,. sendo flagrante a falta de um padrão para definir fatos e resolver questões. Finalizando, qual seria o motivo deste texto??? Simplesmente o clima de instabilidade e o perigo de um racha um ano antes da eleição podem trazer problemas para o Prefeito Antonio Carlos, para a estabilidade de sua bancada, a sua tal governabilidade, o foco na preparação da cidade antes do pleito e a saúde política de seu pretenso sucessor, que todos comentam ser Gílson Mendes. Todos sabem que durante uma eleição problemas surgem e aparecem. Se isso acontece, por que criar problemas novos que certamente irão atrapalhar a caminhada até as urnas, ou seja, a medida que visa melhorar a situação de seu sucessor, pode transformar-se num pandemônio, um inferno de Dante sem precedentes que pode estragar o sonho de uma eleição com sucessão vitoriosa.

Sobre Pedro Monte-Mór

Pedro Monte-Mór tem 54 anos, é Jornalista Profissional, formado pela Universidade de Taubaté em 1986 e Pós-Graduado pela mesma Universidade em Assessoria de Imprensa, Gestão da Comunicação e Marketing em 2005. Carioca de nascença mora em Caraguatatuba há 44 anos e incorporou-se ao modo de vida paulista. O início da sua vida profissional se dá na década de 80, quando fez Free Lance para a Rádio Oceânica – AM 670 e Jornal Expressão Caiçara. No período universitário trabalhou de 1984 a 1986 na GAZETA DE TAUBATÉ, sob o comando do Jornalista Djalma Castro e como Correspondente em Taubaté do extinto JORNAL DO VALE, de São José dos Campos no ano de 1986. Trabalhou para o SEBRAE Litoral Norte – Regional São José dos Campos, Prefeitura Municipal de Caraguatatuba de 1989 a 1992, além de diversas outras entidades de classe, Como ACE (Jornal do Comércio) e AEAA-C (Jornal dos Engenheiros), sempre na direção Editorial. Prestou Assessoria de Imprensa para a Praiamar Transportes. Fundou os jornais O NOROESTE e NOROESTE NEWS em Caraguatatuba, respectivamente de 1997 a 1998 e de 1998 a 1999. Foi Correspondente do JORNAL IMPRENSA LIVRE, de São Sebastião, o único diário do Litoral Norte do Estado de São Paulo, de 1992 a 1996 e de 1999 a 2001. Trabalhou como Assessor de Comunicação da Câmara Municipal de Caraguatatuba de 2001 a 2012, exercendo também as funções de Relações Públicas, Cerimonialista e Mestre de Cerimônias. Exerceu função na Assessoria de Comunicação da Prefeitura de São Sebastião de Agosto de 2013 a Julho de 2014 e escreveu para o Jornal InfoImóveis de Dezembro de 2013 a Fevereiro de 2014. Ministrou aulas na UNIP em São José dos Campos (Marketing Político) e no Módulo – Comunicação (Fotografia e Teoria da Comunicação). Atualmente ministra aulas no IBRAP (Instituto Brasileiro de Administração Pública), nos cursos de Ouvidoria, Assessoria de Comunicação, Estruturação de Assessoria de Comunicação e Media Training.

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