Todo ser humano é único; seja na maneira de pensar, nos seus jeitos e trejeitos, manias, modo de pensar e agir. Assim como somos únicos, com pequenas exceções, o ser humano quando exerce cargo no Poder Público também o é, igualando-se apenas nas regras básicas e da Lei. Estas duas versões existem e não podem ser comparadas, ou seja, o homem por si só é um e o do Poder Público é outro, não podendo ser confundidos.

Neste texto queremos abordar que os seres humanos se dividem entre o seu CPF – Cadastro de Pessoa Física – e o seu CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – quando o tem, seja empresário ou da classe política, Prefeito, Presidente, Senador, Vereador, dentre outros. Esta divisão serve para distinguir a vida particular da vida pública, o pai e marido, o Dirigente Político, Gestor de um município.

Esta divisão serve para salientar o fato que as ações do público e do particular não podem ser misturadas, ou seja, uma ação política, por mais necessária, enérgica ou as vezes errada, não pode influir ou comprometer a figura do ser humano que é pai, mãe, filho ou avó e vice-versa.

Do geral para o particular. A última decisão tomada pelo casal Felipe Augusto e Michelli Veneziani, quando assinaram o Divórcio Consensual no início do mês passado, como marido e mulher, como pai e mãe, não podem interferir em suas vidas públicas. Um pai divorciado que é Prefeito continua tendo muito trabalho para cuidar de uma cidade, a qual os seus eleitores e contribuintes deram um segundo voto de confiança para mais quatro anos de Administração.

Um Divórcio Consensual que antecedeu discussões e brigas, acusações de um lado e do outro, envolvendo traição, alcoolismo em tom grave, estremecimento da relação, quebra da união familiar, nascimento terceiro fora do âmbito do casal, dentre outras marcaram a vida deste casal e que vem de forma marcante desde 2020, quando ainda esposa e Primeira-Dama, trocou o seu Domicílio Eleitoral para Caraguatatuba, abandonando o seu marido e Prefeito na época, o que poderia causar um grande trauma político, sanado e resolvido ao bom trabalho desenvolvido desde 2017.

Que psicologicamente esta situação familiar poderia causar sérias sequelas no que tange ao trabalho diário de cuidar de uma cidade, o fato é que Felipe Augusto soube dividir e administrar seus problemas, guardando a dor do rompimento de uma união para os momentos privados e vivendo intensamente a sua Reeleição, cuidando do município que lhe deu, pela segunda vez, um cheque em branco.

Vamos aos fatos e contra eles não há argumentos. A novela Eco Bus, resolvida depois de uma longa, tenebrosa e nervosa batalha judicial, que retirou a empresa da concessão do Transporte Coletivo em São Sebastião. A pavimentação da Dario Leite Carrijo, a maior avenida da Costa Norte e uma das maiores da cidade, no valor de R$ 4 Milhões, a luta diária no combate ao Covid-19, onde todos os esforços contribuem na satisfação e equilíbrio da população local. A vinda do Poupatempo, programa do Governo Estadual que irá agilizar a resolução dos problemas mais comuns e corriqueiros dos contribuintes locais e o conjunto de pequenas, porém necessárias e prioritárias obras, que fazem a manutenção diária do município.

Qualquer outro homem público que não fosse preparado para o cargo simplesmente deixaria os cuidados do município ao léu, pois os problemas familiares o envolveriam de tal maneira que as obrigações políticas e públicas seriam colocadas em segundo plano, porém, pelo contrário, Felipe Augusto dedicou o seu tempo a organização de São Sebastião, mantendo o mesmo ritmo de trabalho de antes da dissolução da união matrimonial.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *