E a situação dos ambulantes consiste e se mantêm delicada. Um exemplo disto são os Senegaleses que fixaram ponto na frente da Galeria Jangada. O Contra & Verso já manifestou a sua contrariedade quanto aos tais imigrantes que aqui chegaram sob o rótulo de “Refugiados Políticos”.

 

Ambulantes

Ambulante é aquele que pratica o comércio vendendo produtos sem um local definido, sem endereço fixo, cada dia num local diferente.

 

Ponto

Contrariando um pouco a essência, mas adequando-se a atualidade, ambulante é aquele sem endereço fixo, mas que vende produtos num ponto determinado, geralmente uma rua, uma esquina, uma praça, assim como ocorre em Caraguá.

 

Investimento

Geralmente este tipo de comerciante não tem o mesmo volume de investimento de um comerciante tradicional, muito menos a estrutura, o estoque e o mix de produtos de uma casa comum que você visualiza pelas ruas da cidade.

 

Diferença

A diferença entre um e outro é o fato do Ambulante ter pago um valor menor de impostos e tributos em comparação com o comerciante tradicional, ou seja, ele paga proporcionalmente pelo trabalho e produtos que vende.

 

Irregular

Mas como estamos no Brasil, existe o Ambulante Irregular, que é aquele igual ao Ambulante tradicional, com a diferença de não ter pago um centavo de tributos para a Prefeitura.

 

Apreensão

Depois desta inicial, esperamos não ver mais pessoas reclamando da fiscalização que apreende mercadorias dos Ambulantes Irregulares, pois mesmo sendo uma ação social, o comércio de ambulantes é uma concorrência desleal para com os estabelecidos tradicionalmente.

 

Senegaleses

Certo dia, ao finalizar um texto, nos deparamos com alguns Senegaleses em frente a Galeria Jangada, vendendo produtos, assim como fazem os ambulantes.

 

Pena

A diferença é que estes Senegaleses são Ambulantes Irregulares e permanecem na cidade com o status de “Refugiados”.

 

Agressão

Um destes Senegaleses foram vítima de agressão, registrada em delegacia há alguns meses. O motivo seria a discordância, a raiva do fiscal da Prefeitura para com estes ditos “Refugiados”.

 

Fim

O fim não justifica os meios, mas mostra claramente o pensamento, a mentalidade que boa parte da população tem para com estas pessoas que chegaram do nada e ocupam espaço valioso em nosso país.

 

Sub humano

Temos certeza que ao chegarem e em seguida conseguirem recursos para a compra de produtos e sua posterior venda ilegal e irregular, vem do fato de que grupos financiam, tanto a vinda quanto a permanência destes estrangeiros, que para poder sobreviver, tem que se submeter a trabalho, por vezes sub humano, trabalho esse que nenhum brasileiro aceitaria.

 

Contra

O Blog Contra & Verso já se manifestou em texto anterior, ser contrário a permanência destes estrangeiros na cidade, bem como no Brasil.

 

A Favor

Concordamos com os estrangeiros que venham para o Brasil para o aprimoramento de suas graduações a nível universitário e para ocupar cargos os quais não tenhamos um brasileiro ocupando ou com os títulos e documentos necessários para tal.

 

Emprego

Entendemos que o país enfrenta a sua mais grave crise política, financeira e social dos últimos 40 anos e nesta situação, não cabe a permanência de estrangeiros que irão tirar os poucos empregos que sobraram e aumentar, a cada dia os números do desemprego no Brasil, que ultrapassa os 12 milhões.

 

Imigrantes

Você pode até não concordar com a opinião do nosso veículo e até interpelar; “Somos um país de imigrantes e todos tiveram a sua chance, porque agora proibir???”.

 

Século 20

Não podemos comparar e muito menos confundir o final do século 19 e início do século 20, quando o país era um enorme campo, necessitava de trabalhadores e não tinha mão de obra para o seu desenvolvimento. Hoje em dia o cenário é diferente!!!

 

Árabe

Minha família é exemplo disto. Meu avó saiu do Líbano em 1916, fugindo da guerra e veio para o Rio de Janeiro em busca de trabalho, numa cidade que necessitava de trabalhadores, onde a falta de mão de obra era visível e o mercado o mais aberto e franco possível.

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