Blogueando 22 – MAI – 2015

Bloguear 1

Terceira

Familiares de Dona Cida, da loja Aquários, falecida recentemente, comentaram sobre a causa mortis da empresária. Segundo consta a famosa e querida Dona Cida morreu em decorrência de Dengue e com isso, torna-se a terceira morte no município. Segundo consta a causa mortis teria sido Pneumonia em decorrência da Dengue.

Sondagem

Ao que parece a oposição está lançando Balões de Ensaio para medir a aceitação e a recepção do eleitorado quanto aos possíveis nomes que deverão concorrer com a indicação do Prefeito Antonio Carlos nas eleições de outubro de 2016. Esta é uma tática comum e a partir do retorno da indicação o partido ou grupo de partidos poderá avaliar qual é o melhor candidato.

Filho

Depois da proibição do nome do pai em participar da eleição por causa da rejeição de suas contas e do lançamento do nome da mãe para sucedê-lo o mais novo nome da praça é o do filho, Vereador Tato Aguilar, do PSD.

Perfil

É Vereador, com sobrenome de peso por causa do pai e do avô, enfronhado na política, formado em nível universitário na área de esportes, tem família, é pai e marido.

Contrário

Pesa contra ele ser um novato na política e de também ser um Agente Político sem vontade própria, que certamente irá seguir os passos do pai, com chance de transformar a Prefeitura numa administração de conotação familiar.

Desequilibra

Não importando ser o pai, a mãe ou o filho, um membro da família Aguilar é certamente um nome que irá desequilibrar o cenário político local, pelo nome da família, pelo passado de vida pública e pela pouca rejeição que tem perante o eleitorado. Resta saber quantos cabelos brancos um nome da família Aguilar vão surgir na vasta cabeleira do Prefeito Antonio Carlos.

Vice

Em todos os momentos o nome de Álvaro Alencar é lembrado como sendo o vice na chapa de qualquer um dos Aguilar, mostrando que pelo menos há uma certeza, a do nome para vice.

Praça

E a Prefeitura vai mesmo construir uma praça num lugar onde não cabe uma praça. A praça Santo Antonio está sendo construída às margens da rodovia SP-55 – Prestes Maia, no trecho da Avenida Rio Branco, ao lado do Cemitério Municipal, num trecho onde o tráfego é mais do que intenso, barulhento e estressante.

Dúvidas 1

A primeira dúvida vem do fato da mesma empresa que ia fazer a reforma do prédio, ser a mesma que vai construir a praça, no caso a Volpp, que tem obras em Caraguá e São Sebastião.

Dúvidas 2

Mesmo o Ministério Público tendo arquivado o processo, por não ter visto erro algum em todos os procedimentos, a dúvida que fica é uma só: Ao desapropriar um prédio e depois demoli-lo para construir uma praça, o município não teve prejuízo???

Dúvidas 3

Se eu estiver errado me corrijam: Comprar uma casa em determinada rua custa um preço e comprar um terreno vazio – lote, na mesma rua, custa outro preço e outro preço menor, Certo??? Então devo imaginar que ao desapropriar um terreno a Prefeitura pagaria menos que pagou ao desapropriar o antigo depósito da Brahma???

Dúvidas 4

Que a justiça, seja através do Juiz ou do Ministério Público não tenha visto erro pois cabe ao Administrador Público a destinação do imóvel desapropriado, tudo bem, mas a Justiça teria visto que esta troca de destinação teria resultado em prejuízo ao Erário Público???

Dúvidas 5

Outro ponto merece discussão. Construir uma praça onde existam apenas pontos comerciais, não há residências próximas e um tráfego intenso é o melhor lugar??? Fico imaginando que tranqüilidade um pai ou mãe teria para descansar ou relaxar num lugar onde impera o barulho, o cheiro de fumaça, de gasolina e óleo diesel???

Dúvidas 6

A Prefeitura, através de urbanista que trabalha na Secretaria do Idoso, alega que a praça naquele local iria oxigenar e ordenar o espaço urbano. Belas palavras, mas bastaria plantar árvores que o espaço seria oxigenado.

Dúvidas 7

Você que está lendo, em sã consciência, teria sossego em ficar numa praça com o seu filho, sobrinho ou neto, com chance de um carro desgovernado invadir o local e matar a todos que lá estejam???

Dúvidas 8

Usar o local como uma continuação do Cemitério seria a melhor opção, desde que a população fosse informada e não fantasiar a situação com a construção de uma praça, que muito se assemelha a uma “desculpa” para a empresa que iria reformar o prédio e teve o contrato cancelado pela Prefeitura.