Erótico – A iniciação de Andressa

Menage a Trois

O dito popular fala que a sorte grande pode vir num casamento rentoso, num bom emprego, no famoso “golpe do baú” e até ganhando na loteria. O que aconteceu comigo foi maior do que todos os sonhos de riqueza. A iniciação de Andressa foi para mim a maior alegria de um homem, ainda mais que sua belíssima prima Valéria participou ativamente da iniciação.

Moro numa cidade pequena, a beira-mar, onde o fato de ser turística implica em sazonalidade de movimento, ou seja, apenas feriados prolongados e férias no mes de julho e durante o verão. Essa ociosidade temporária faz com que nos preocupemos mais com a vida dos outros do que a nossa própria vida.

Conheço Valéria há muito tempo, desde quando era uma menina bonita que não mostrava nada o que seria quando se tornasse mulher. Seus aproximadamente 1,70 metros de altura, sua pele branca, nariz afunilado num rosto pequeno não eram páreo para a cintura delineada, as coxas grossas, os seios pequenos e o quadril largo, que despontava para um derriére grande, empinado e firme. Enfim, uma mulher de corpo fantástico, sedutor, atraente e que muito eu desejava.

Um dia, ao que parece, uma luz veio do céu e me proporcionou a melhor das riquezas que um homem pode querer. Numa das raras chances que tive para um almoço saudável e tranquilo, passo em frente ao escritório onde trabalha Valéria. Após os cumprimentos de praxe percebi que tinha o respeito e a confiança de Valéria, que expôs o seu problema.

A fantástica Deusa de Marfim estava acompanhada de sua prima Andressa, que de tão linda, mais se assemelhava a uma boneca de louça. Com os seus pouco mais de 1,50 metros de altura, seios pequenos e na forma de pêras, coxas grossas e um quadril saliente e empinado, o quadro se mostrava mais pulgente quando se observava os cabelos castanhos claros compridos que iam até a altura do quadril. Na minha ânsia de macho comecei até a rever o que sentia por Valéria quando me deslumbrava com Andressa.

Valéria me conta que a prima mora com ela desde os seis anos, quando seus pais morreram num acidente de carro e agora, passados quase 12 anos de convivência, percebe que a menina se tornou uma mulher e sua vontade é a de que seus desejos se tornem realidade da melhor maneira possível. Ao discutir o assunto com Valéria, ela me conta que não iria entregá-la ao marido, pois os efeitos pós não poderiam ser os melhores. O maior medo de Valéria seria sobre o namorado, um garanhão desenfreado e enganador, daqueles que guarda as calcinhas das conquistadas ou que faz marcas tatuadas no pênis toda vez que conquista uma garota.

A musa de Marfim queria que fosse um homem bom, com respeito, educação e dignidade, que tirasse a virgindade da prima. Entre estupefato, orgulhoso, boquiaberto e gaguejando, aceitei sem pestanejar a missão. Combinamos que seria no próximo final de semana, num sítio de um amigo, localizado numa serra a alguns quilometros do centro da cidade. Iríamos no sábado pela manhã e voltaríamos no domingo, ao final da tarde com o fato consumado e felizes.

O sítio não era grande, mas aconchegante, rústico e com uma localização excepcional, próximo a estrada e ao mesmo tempo de uma cachoeira de águas límpidas e com o menor contato possível com o homem destruidor. Chegamos ao local e fomos distribuidos por Valéria nos quartos da casa. Cada um num quarto e vizinhos de cada um. Andressa sabia de tudo, mas Valéria queria que as intimidades dos presentes fossem respeitadas. A caseira, previamente orientada a preparar o almoço e ficar de folga no final de semana, preparou uma refeição caseira, a base de frango e legumes. Na geladeira eram vistos patês, queijos, frios dos mais diversos e pães das mais variadas qualidades, além de vinhos brancos nacionais e importados das melhores marcas. Almoçamos e descansamos.

Fui acordado no início da noite com o barulho que Valéria e Andressa faziam ao arrumar a sala de jantar para o lanche. Pelo visto iria degustar pratos variados e ao final um manjar dos deuses de incontrolável sabor. Tomei um banho e coloquei uma roupa simples, porém bonita, pois não sairíamos da casa para nada, pois não existia vida noturna naquele lugarejo e com duas grandes companhias como aquelas, qual seria o homem que desejaria um bar ou uma boate para esquentar a noite?.

Ao chegar na sala, pude ver os copos de vinho, o balde com o gelo, os patês, os pães, os queijos e os frios diversos. Valéria e Andressa vestiam o mesmo tipo de roupa. Não sei se combinaram isso, mas mesmo parecendo cópias xerox, o que diferenciava eram as cores; Preto para Andressa e Vermelho para Valéria, pude constatar que estava acompanhado de mulheres possuidoras de belos corpos, esculpidos por algum artista plástico mandado pelo criador.

O papo começou animado e foi trilhado por variedades. Falar de sexo foi uma questão de tempo e paciência. Não pude resistir e comecei a passar o meu pé pelo tornozelo de Andressa. A menina não esboçava nenhuma reação e imaginei que fosse a sua inexperiência sobre o caso. Em determinado momento vi que havia feito algo errado. Andressa perguntou se era dessa maneira que um homem tentava excitar uma mulher, passando o pé no seu tornozelo, indo até suas coxas e sexo. Nesse momento percebi que alisava o tornozelo de Valéria e quando me dei conta, tirei dela um sorriso maroto, daqueles que mostravam ter gostado do jogo.

Após bebericarmos mais um pouco, Valéria disse que estava cansada e que iria dormir. Perguntei se Andressa continuaria a me fazer companhia, no que obviamente teve a concordância dela. Fomos para o sofá da sala cada um com um copo de vinho e sentamo-nos mais próximos, tendo música instrumental a nos embalar a conversa. Como sinto muita sede quando bebo vinho, pedi licença e fui até a cozinha, beber um pouco d’agua. Nesse momento consigo ver uma cena que me embaralha as idéias. Valéria está saindo da cozinha e só consigo ver os contornos de seu corpo protegidos por um penhoar. O balançar de seu quadril ao dar os passos e o penhoar subindo com a brisa proporcionada me levaram a loucura. Fiquei segundos paralisado por não saber o que dizer, nem o que fazer.

Volto a razão e decidido a realizar a missão que me propus a cumprir, retorno a sala, onde Andressa está envolta a taça de vinho e pergunta se houve algum problema. Respondo que não e chego mais perto de minha presa. Pergunto a ela se está ciente de tudo que irá acontecer e se está disposta a isso. Não queria alguém descontente ou alegando que foi forçada a fazer um ato como esse. Fico mais próximo e começo a alisar seus cabelos e a passar a mão por seu atraente corpo. Um ímpeto de ansiedade e inexperiência tomou conta de nós e a partir daí não conseguíamos fazer nada direito. O que mais fazíamos era dar cotoveladas e pedir desculpas um ao outro, por algo mal feito ou não sucedido.

Como num passe de mágica, imaginando que não cumpriria a missão dada a mim por Valéria, eis que surge a própria, encostada no batente da porta de um dos quartos. Nesse momento pude observar atentamente o que vi de relance na cozinha. Valéria trajava um conjunto de calcinha com franjas e babados bem cavada e sedutora e um sutiã de renda de cor clara , meio acetinado e não muito brilhoso. Antes de fixar o meu olhar em seu corpo, ainda consegui surpreendê-la alisando o púbis e os seios antes de deixar cair o penhoar e caminhar languidamente em nossa direção dizendo. “Posso ajudar vocês?”, perguntou. Imediatamente fizemos acenos positivos com a cabeça.

Eu estava sentado a direita de Andressa e Valéria tomou posição a esquerda de nossa presa. Instantaneamente o palco estava montado e Valéria era a diretora da cena.

–Tudo o que eu fizer em você, você fará em mim e nele, entendeu?

–Sim prima, respondeu Andressa.

Valéria começou a beijar suavemente o pescoço da prima e ia alternando entre o ombro, a orelha e o rosto de Andressa, que repetia tudo em Valéria e em mim. O calor tomou conta do trio e a situação, parecia caminhar para o incontrolável. Valéria começou a passar a mão pelos seios da prima e foi descendo até as coxas. Ao ser afagada pelas mãos de Andressa em seus seios, Valéria deu um suspiro longo, misturado com um gemido. ao chegar ao vértice do prazer, Valéria foi incisiva na ordem.

–Coloque suas mãos entre as coxas dele e sinta o volume!!!

Ao fazer isso meu membro ficou ainda maior e parecia que iria rasgar o brim da bermuda jeans. Como deveria repetir a ordem em mim e na prima, Andressa não hesitou e apalpou o púbis da prima. Valéria imediatamente fechou as pernas com a mão de Andressa em seu interior de maneira agressiva e deu um gemido forte, descarregando o tesão rapidamente na orelha da prima.

–Agora que está sentindo o volume, beije-o na boca!!! ordenava decidida Valéria à prima.

Antes de fazer isso, Andressa parou e pensou para falar.

–Posso beijar você também prima? Valéria gaguejou e não sabia o que responder.

–Se estou repetindo tudo que faço nele em você, não devo beijá-la na boca também?

Começei a sentir que estava sendo usado e que de ator principal me tornaria coadjuvante em instantes. Beijei Andressa com sofreguidão e preparei-me para assistir um espetáculo de rara beleza. Andressa enlaçou o pescoço da prima e abruptamente deu-lhe um beijo de língua, onde as bochechas estufavam e se contraiam. As línguas chegaram a sair para fora das bocas. Valéria começou acariciando os cabelos da prima e esta, que não se fez de rogada, tratou de conhecer pelo tato todo o corpo sedutor de Valéria, passando a mão pelos seios, coxas, púbis e no derrieré. Valéria esqueceu-se dos cabelos da prima e passou também a viajar pelo seu corpo virgem e ainda sem experiência. Havia um misto de fantasia e hipnose no ar, pois ao mesmo tempo em que realizava o sonho de todo homem, ver duas mulheres se amando impulsivamente, sentia que as duas estavam entorpecidas por mágica ou por uma poção do amor.

Quando começava a me mastrubar com a cena que via a frente, na melhor poltrona do cinema, Valéria desvencilhou-se dos braços de Andressa com a mesma rapidez de quem está cometendo algo de errado ou como se a poção de Eros tivesse terminado o seu efeito. Imediatamente voltou a coordenar as ações e foi logo dando ordens a mim e a Andressa.

–Agora vocês tirem a roupa!!!

Fiquei irado ao ver cancelado o desfecho final da cena, mas logo recobrei a felicidade ao ver que minha missão tinha continuidade. Debruçei-me sobre Andressa e após beijá-la na boca, tratei de descer o zíper do seu vestido, tirando-o de baixo para cima. Fiquei, posso dizer assim, abobalhado ao ver tal escultura corporal. A lingerie era toda de renda, com o sutiã na forma de meia-taça e de alças finas cobrindo os seios com forma de pera. A calcinha também era de renda, de cavalo alto e de corte razoavelmente ousado, ao contrário da calcinha de Valéria, que era bem cavada e deixava todo o seu bumbum à mostra.

Como já estava sem camisa, levantei-me e fiquei na frente de Andressa, que delicadamente abriu o botão de minha bermuda e a retirou, fazendo-a a cair sobre o meu pé. A cueca azul clara não continha o meu membro, que de tão duro parecia arrebentar o algodão da peça. A cueca foi descendo lentamente pelas mãos de Andressa, que ao liberar o meu membro que estava preso no tecido da peça íntima, deu um salto que chegou a assustar a nossa “inexperiente” presa. A princesinha não precisou das ordens de Valéria para acariciar o membro e apalpá-lo do início ao fim. Como temia gozar involuntariamente só com os carinhos de Andressa, tratei de retirar-lhe as peças íntimas e dar continuidade ao jogo.

O sutiã só saiu após leves beijos no pescoço e orelha e foi complementado por um abraço da nossa princesa. A retirada da calcinha necessitou de uma manobra ousada, onde Andressa desceu o tronco e segurou as pernas com as mãos, oferecendo-me a gruta e o ânus, virgens em flor para mim. Nua em pêlo e somente com o sapato de salto alto, que dava um charme todo especial a cena, Andressa foi se aninhando no sofá e preparando-se para me receber pela primeira vez. Nesse momento, como que guiados por uma voz do além, nós dissemos em uníssono: “E você, não vai tirar a roupa também”. Valéria congelou.

–Não ficará estranho nós dois nus e só você de roupa nos admirando!!! Exclamou a prima Andressa, desejosa por ter Valéria novamente em seus braços. Valéria deu um sorriso pequeno e tomou o meu lugar para juntar-se a prima virgem. Nessa hora foi Andressa quem tomou as rédeas da situação e enlaçou-a nos braços, beijando-lhe os lábios e acariciando todo o seu corpo. O sutiã foi retirado em segundo e logo em seguida, os seios de Valéria foram acariciados pela prima, que vasculhou todo o perímetro das mamas com sua língua ávida por prazer.

Achei que deveria participar e ajoelhei-me em frente a dupla, ficando em close para o quadril de Valéria, que rebolava silenciosa e naturalmente. Acariciei suas costas e seu quadril, puxando a calcinha e retirando-a pelo contorno que suas coxas faziam por estar ajoelhada em frente a prima. Não me contive e acariciei mais uma vez aquele derrieré, lambendo toda a extensão daquela parte do corpo e me detendo em seu ânus. Nesse momento recebi um embargo.

–Pare!! Não gaste suas energias comigo, fixe sua atenção em minha prima, que hoje é o prato principal.

Triste, mas extenuado voltei a realidade e concentrei-me em Andressa que pedia a minha assistência. Percebendo que o sofá ficaria pequeno com tanta gente, resolvi chamar as duas para o meu quarto, onde teríamos mais conforto para a prática do amor. Levantamo-nos e os três nus caminharam para o quarto. Da sala até a nossa alcova, ia resvalando o membro nos quadris do prato principal e da especial acompanhante, usando as mãos para acariciar os seios e os púbis destas duas maravilhosas mulheres. Valéria deixava que no máximo minhas mãos e o membro esbarrassem nela. Quando a carícia ficava mais ousada ela me empurrava para Andressa, que recebia-me com alegria e muita festa.

Chegando ao quarto, Andressa foi a primeira a deitar, logo acompanhada de Valéria e depois por mim. Disse que antes de penetrá-la deveria fazer alguns carinhos, ensinando-lhe o que seriam as preliminares. Começei beijando-lhe a boca e fui descendo com minha língua para seus seios. Valéria foi direto para o púbis de Andressa e chupava-lhe o clitóris. Descia lentamente pelo corpo de Andressa, provocando-lhe gemidos e sonoras arfadas, com sua barriga se comprimindo cada vez que minha língua encontrava sua pele. Ao chegar na gruta de Andressa, eu e Valéria a dividimos com avidez, chegando a esbarrar nossas línguas. Mais uma vez não me contive e estando deitado ao lado de Valéria, aproveitei para acariciar-lhe o quadril e seu sexo. Novamente fui repelido.

–Já lhe disse que o prato principal não sou eu, mas sim Andressa, concentre-se nela!!!!!.

Para não estragar a festa, Valéria mudou de posição e sentou-se sobre a boca de Andressa, pedindo-lhe que chupasse o sexo. Vendo que nossa presa encontrava-se pronta, preparei-me para penetrá-la. Coloquei um travesseiro embaixo de seu quadril, deixando-o na altura de meu membro, que estava duro e latejante. A penetração foi difícil mas glamorosa. Andressa gemeu e gritou dentro da vagina de Valéria que arfava e rebolava sobre a boca da prima. Comecei dando estocadas leves e cadenciadas, para depois aumentar a velocidade e a força. Como não queria gozar logo na primeira, contive-me e pedi que Andressa muda-se de posição, fazendo-a ficar por cima de mim.

A prima Valéria imediatamente ajudou-a na nova posição. Sentada sobre o meu membro, engolindo-o totalmente, literalmente falando, Andressa mostrava não saber muito o que fazer.

–Rebola querida, sinta como ele pulsa dentro de você!!!

Andressa não se fez de rogada e como uma dançarina árabe mexia todos os músculos, veias e ossos do corpo, num movimento sedutor, curvilíneo e organizado.

–Assim, coloca tudo, acaba comigo, está muito gostoso!!!

Valéria ajudava como podia a prima. Posicionada nas costas de Andressa beijava-lhe a boca, a orelha e o pescoço, com suas mãos percorrendo os seios, a barriga e o púbis. As minhas mãos centralizaram-se nas pernas e no quadril de Andressa, que rebolava e gesticulava palavras sem nexo sem parar. Desta vez quem mudou de posição foi Valéria, que passou a ficar de frente para a prima e para melhor acariciá-la, sentou-se sobre a minha barriga, roçando, ora ou outra, sem sexo de poucos pelos em meu ventre. As duas se beijaram com mais volúpia, dando ternos abraços e carícias múltiplas. A cada vez o seio de uma era apalpado e beijado pela outra e no intuito de melhor se satisfazerem, tentavam roçar seus púbis, agarrando uma no quadril da outra. Não resisti ao ver o bumbum de Valéria indo e vindo em minha direção. Suas formas redondas, grandes e arrebitadas me alucinavam e faziam que eu aumentasse as estocadas em Andressa, além de pedir que ela mexesse como nunca com o meu membro dentro dela. Como não me aguentava, alisei o quadril de Valéria e levemente seu sexo e ânus. As repreensões tornavam-se costumeiras.

–Não, por favor.

Decidi então mudar de posição mais uma vez. Queria saborear o sexo de Andressa por trás. Pedi que ficasse de “quatro”. Andressa saiu de cima de mim, acompanhada de sua prima Valéria, que logo foi deitando com a barriga para cima e abrindo bem as pernas.

–Desafogue o seu tesão dentro de mim!!!, disse Valéria.

Levantei-me e firmei posição atrás de Andressa, que tinha o seu sexo vermelho e inchado. Abaixei-me e beijei-lhe novamente todo o corpo, acariciando os seios e as formas tão esculturais. Enquanto isso Valéria forçava a cabeça da prima de encontro ao seu sexo pedindo:

— Me chupe, me chupe como nunca você fez!!!

Fui colocando lentamente o meu membro dentro de Andressa que repetidamente começou a gritar, arfar, gemer e falar palavras desconexas. Desta vez mudei o estilo da transa, dando estocadas vigorosas numa cadencia menor ou mais lentas a ponto do membro quase sair de dentro de sua gruta do amor. Aproximava-se a hora do gozo e nesse interim Valéria alternava pegando as mãos de Andressa e colocando em seus seios e com as pernas, ora abri-as completamente, ora colocava-as em cima das costas da prima. O orgasmo veio farto, viscoso e quente, com as meninas gozando logo a seguir, em conjunto. Automaticamente caimos os três na cama e desfalecemos por alguns minutos. Nos meus planos a missão não estava completa e faltava ainda o segundo tempo.

Acordo minutos depois sentindo algo forte em meu corpo. É Andressa que foi instruída pela prima a me acordar fazendo sexo oral. Andressa estava com o corpo meio de lado, como que sentada sobre o quadril em apenas uma das pernas, com a cabeça virada para a cabeceira da cama. A prima chupava-lhe novamente o sexo, contorcendo todo o seu corpo, com as mãos percorrendo os seios e detendo-se nos bicos. “Ai, você não se cansa de me chupar, eu estou que não me aguento mais”, dizia Andressa. “Prima, você é maravilhosa demais para desperdiçá-la”. Do outro lado estava eu que entre gemidos e tremores conseguiu falar algumas palavras. “Prepare-se e curta bem esse momento, pois agora quero o seu bumbum”.

Valéria não se fez de rogada e tratou de mudar o intinerário do prazer, passando do sexo da prima para as coxas grossas e voltando-se para o derrieré de Andressa. Deitada, Valéria começou a chupar o ânus da prima e com as mãos, acariciou-lhe desde o sexo até os seios. Em dado momento Andressa não se conteve. “Acho que estou no paraíso com um grosso membro de um lado e uma boca sedosa do outro!!”. Valéria foi se levantando e encostou o púbis cabeludo na maravilhosa bundinha de Andressa. Afagando-lhe os seios com uma das mãos, usou a outra para pegar no cabelo da prima e exigir um beijo de língua. Uma cena de frenessi incontrolável tomou conta do ambiente.

–Larga do pau dele, beija a minha boca sedenta!!!

–Calma, tem para todos não me puxe assim ou gozo com você e deixo ele na mão. Ai!!, que iniciação.

Realmente, ao ver a cena concordava em gênero, número e grau com Andressa. Uma iniciação como essa somente em filmes pornográficos ou contos de revistas masculinas. Como estava prestes para gozar se não tomasse uma atitude, tomei as rédeas da situação e dei a primeira ordem da noite.

–É agora. Quero me acabar no seu bumbum e não nessa boca de mel!!!.

Coloquei Andressa em posição e lubrifiquei o seu ânus com o néctar que saia de sua gruta. A prima Valéria tomou posição embaixo de Andressa e com as mãos dedilhava o clitóris da prima. A penetração não foi fácil e o membro foi entrando devagarinho, com Andressa alternando e aumentando a intensidade dos gritos. Provavelmente excitou a todos, num raio de pelo menos 10 quilometros. Estoquei com todo o calor da noite e o resto de força que tinha. Andressa dizia que estava ardendo muito e Valéria compensava o ardor com beijos molhados na boca e seios, colocando suas pernas em cima do bumbum da prima e roçando freneticamente o seu púbis contra o da prima. O gozo veio farto novamente, com viscosidade exagerada e um calor que mais se assemelhava a óleo fervendo. O sêmem escorria pelas pernas de Andressa, que não exitou em pedir um pouco na boca, virando-se e recebendo de frente o mel que imundou o seu ânus. Valéria tratou de beijar e chupar o bumbum da prima, que estava ensopado de sêmem, terminando numa troca de líquido ao beijar a prima. Deitamos juntos e abraçados a Andressa.

Acordo pela manhã, um raio de sol e calor enchia a sala. Estava nu e sózinho na cama. Não vi nenhuma de minhas deusas sair da nossa alcova. Vou ao banheiro e resolvo que após o café, uma boa pedida seria um banho de cachoeira, local esse que não ficava a mais do que 15 minutos de caminhada. Ao voltar do banheiro vejo Valéria dormindo de lado, apenas com a calcinha de cor marfim, que com a luz do sol mais se parecia com a cor pérola. A visão era maravilhosa e pensei em aumentar minha fome transando com ela, mas as repreensões da noite anterior me fizeram pensar melhor.

No outro quarto, como que por encanto estava Andressa. A virgem que tornou-se mulher com a minha ajuda dormia completamente nua, com a bundinha totalmente arrebitada, como se esperasse a minha chegada. Não resisto e entro no quarto, indo direto para a posição de prazer que Andressa fazia. Beijo seu quadril, seu ânus e o seu sexo, colocando o meu membro “mé-bombé” entre suas pernas. Rapidamente o meu sexo endurece e Andressa desperta com um gemido, falando antes do bom dia.

–Você me quer agora!!!!

Respondo que não e proponho um café da manhã e um banho de cachoeira, onde lá transaríamos novamente. Andressa concorda e pede em troca um namorico de 10 minutos. Aceito a sugestão e deito-lhe ao seu lado, beijando-lhe a boca e os seios, não deixando de friccionar o clitórios, que estava mais belo do que nunca. O “amaço” termina com um rápido 69, onde fiz questão que desejava gozar com ela na cachoeira e não naquela cama. Tomamos um café rápido e reforçado e seguimos para a paradisíaca paisagem. Eu trajava uma camiseta e uma bermuda, com o calção de banho embaixo. Andressa tinha uma camiseta de algodão, daquelas do tipo lingerie que as garotas usam como segunda pele e uma bermuda de cor mostarda. Valéria tratou de pegar o sutiã que usou ontem e vestiu apenas um penhoir por cima, avisando que iria depois de olhar a casa.

No caminho para a cachoeira podia, ora ou outra, admirar o belo corpo de Andressa que rebolava graciosa e sensualmente pela trilha até o local do banho. A bermuda, de tecido fino, deixava ver perfeitamente o contorno de seu quadril e o desenho da calcinha do biquini. Firmando o olhar em Andressa o meu membro logo deu sinal de vida, como se vislumbrasse o futuro que lhe aguardava.

Ao chegarmos na cachoeira um misto de satisfação e tranquilidade tomou conta de nós. A queda d’agua tinha aproximadamente dois metros de altura e antes de seguir curso, formou um pequeno lago onde não haviam pedras no fundo, apenas uma areia fina que era facilmente observada pela água cristalina e espumante. Totalmente fechada pela mata, a cachoeira mostrava-se como um reduto de amor e descanso pelo sossego e paisagem paradisíaca que tinha. Ao mesmo tempo mostrava-se como um ótimo local para treinos e aperfeiçoamentos de voyeurs ou paparazzis.

Depois de admirarmos o local, tratamos de tirar nossas roupas. Fui o primeiro a entrar na água, com Andressa entrando apenas com a calcinha do biquini. “Você se importa”, disse ela toda melosa e sensual. “É claro que não”, respondi. Após alguns banhos, Andressa tratou de tomar a iniciativa do dia. ” Todo mundo nu, todo mundo nadando pelado!!!”. Como na verdade estávamos semi-nus, tratei de aderir ao coro e fui logo tirando o meu calção. “Não faça isso, deixe que eu trato desse assunto”, indagou Andressa que foi chegando mais perto e mergulhando para retirar o meu calção. Depois de deixá-lo no meu pé não perdeu a oportunidade e beijou o meu membro, que devido a água gelada, encontrava-se adormecido. Andressa não deixou que eu tirasse o seu biquini. “Quero fazer isso para você”, alegou indo para a beira do pequeno lago e simulando um strip-tease, foi mostrando-me o púbis e logo depois o traseiro carnudo, arrebitado e durinho.

Começamos a nadar em todas as direções, com Andressa fazendo questão de tentar boiar e mostrar os seios e o sexo para em outro momento, mergulhar bem devagar, exibindo o seu maravilhoso derrieré. Em dado momento começei a admirar o local e cheguei a esquecer de Andressa, quando de sopetão, a minha ninfa pulou da água e saltou sobre o meu colo, ficando na tradicional posição de criança que vai apanhar no bumbum.

–E agora, você vai me querer???

Não respondi que sim e nem que não, tratando logo de introduzir um dedo no sexo de Andressa e o outro em seu ânus. A ninfa começou uma série de sussuros, gemidos e a arfar incontroláveis, empinando ainda mais o seu traseiro. Andressa não deixou que a bolinasse por muito tempo e foi logo subindo no meu colo e sentando seu sexo sobre o meu membro. A penetração foi rápida e funda, com a ninfa fazendo movimentos com a pélvis e eu, por minha vez, segurava em seu quadril e fazia o movimento de vai-e-vem, só que de cima para baixo. Andressa disse que a posição não estava muito agradável e pediu que fôssemos para a beira do lago. Chegando lá pediu para fazer um 69 com ela por cima. Como não queria gozar em sua boca, tratei de me controlar e mudei de posição, quando Andressa pediu para ficar por baixo. Foi a transa mais fantástica que já tive na vida.

Penetrei Andressa de frente, colocando suas pernas abraçadas ao meu quadril. A cadência era perfeita e as estocadas seguidas e feitas de maneira leve. Quando meu membro penetrava encontrava o sexo de Andressa vindo e quando saia o inverso ocorria de maneira majestosa. Sua pélvis movimentava-se ritmada, como uma máquina ou um relógio Suiço.

–Goza, Goza logo que eu não aguento mais!!!, dizia Andressa, suando e com a face mostrando comtemplação.

–Aguenta um pouco que eu quero fazer o “dois em um”.

Andressa não entendeu nada e até parou de se movimentar embaixo de mim. Disse que não se preocupasse que o prazer seria ainda maior. Troquei de posição e coloquei Andressa de quatro, levantando bem o seu quadril. Como estava dentro dela foi fácil reiniciar a penetração. O “Dois em Um” nada mais é do que um membro para dois sexos, no caso a vagina e o ânus de Andressa, que seriam penetrados alternadamente, deixando para a sorte o orifício que receberá o gozo final. Começei pela gruta de Andressa e após algumas estocadas troquei para a bundinha da ninfa e assim fomos, até que alguns minutos depois gozei escandalosamente na pombinha de Andressa, isso sem antes deixar um pouco de esperma em seu ânus. Andressa passou a mão em suas partes púdicas e levou o gozo até a sua boca, não desperdiçando o que escorria de meu membro.

Valéria chegou logo depois e nos comtemplou deitados, nus e abraçados feito dois pombinhos.

–Você chegou tarde, transamos feito loucos agora há pouco!!, disse Andressa.

–Pela cena posso imaginar que a transa foi boa, respondeu Valéria.

–Estamos nadando nus. Essa é a regra do dia!!!, relata Andressa.

–Posso imaginar que tudo começou dessa maneira, reinterou Valéria, que não se fez de rogada e foi logo tirando a saída de banho e o belíssimo maiô branco, de corte moderno, com um decote e cortes inferiores bem ousados. Andressa ainda chegou a tempo de ajudar a descer o maiô pelas pernas da prima e de mãos dadas, entraram na água e se divertiram a valer. A nossa manhã terminou com Andressa e Valéria gozando juntas e somente elas, de lado e com a boca no sexo da outra, sem a minha participação, que se chegou a existir, resumiu-se numa sessão de masturbação, onde o leite quente e viscoso foi saboreado por ambas, primeiro quando gozei em cima delas, posteriormente com Andressa fazendo o papel de carteiro e retirando do meu membro e do corpo da prima para reparti-lo na boca de Valéria, que fez o mesmo, apenas não me tocando. Voltamos para a casa e fizemos um almoço reforçado a base de frango, legumes e doces de sobremesa.

Já passava das 13 horas quando decidimos dormir um pouco, pois ao acordarmos iríamos arrumar nossas coisas e retornar para a vida real, o dia-a-dia infernal de nossa cidade. O repouso foi feito com cada um em seu quarto e por um período de aproximadamente duas horas.

Ao acordar vejo que é hora de irmos embora e vou ao banheiro para lavar o rosto. Estou apenas de bermuda, sem nada por baixo e ao passar pelo quarto de Andressa, vejo-a na mesma posição que a flagrei de manhã. Valéria não está no quarto e minha mente se incendeia, com a possibilidade de conseguir algo da minha suposta “empresária sexual”. Volto do banheiro e sigo para a cozinha, onde um pouco de água gelada me fará bem. Encontro Valéria linda e maravilhosa, já pronta para seguir viagem. A deusa trajava um vestido de linho azul, com gola careca e fecho na parte de trás. Para acompanhar o estilo, trajava meia de nylon 7/8 em tom de azul e sapatos do mesmo tom.

Valéria bebia chá quando me aproximei dela para pegar o copo e tomar água.

–Espero que tenha gostado do fim de semana, disse Valéria.

–Foi o melhor final de semana da minha vida e espero ter feito tudo da melhor maneira possível, respondo.

–Você não tem que agradecer nada, eu que estou sendo mal-educada e não retribui tudo que você fez, frisa, dando-me um beijo na face.

–É tudo isso que vou ganhar de você. Porque me repeliste tanto no final de semana???

–Achei que não deveria participar mais do que participei na iniciação de Andressa.

–E como você acha que eu me portei. Não pude me controlar um só minuto e o meu desejo era seduzir você também!!!

–A iniciação era de Andressa e exagerei demais, participando daquela maneira.

–Não fuja de mim, o meu desejo sempre foi o de ter você e achei que este final de semana realizaria o meu sonho.

Nesse momento Valéria abaixa a cabeça e tenta sair de perto. Não me contenho e a abraço, beijando-lhe ferozmente a boca, o pescoço e a orelha. Viro-a de costas e a debruço sobre a pia de mármore da casa. Abaixo-lhe o zíper do vestido e vejo um sutiã vermelho, todo de lycra com detalhes em renda. Levanto-lhe o vestido e começo a acariciar o seu sexo por trás. Puxo a calcinha de lado e abaixo minha bermuda, preparando-me para penetrá-la.

–Eu quero você e não posso desperdiçar essa chance Valéria. O meu tesão por você é incontrolável. Valéria grita e se afasta de mim.

–Não, não quero e não posso ficar com você, não há possibilidade!!!!

Sinto-me descompassado e saio a passos largos e fortes até o meu quarto, fechando a porta com força. Dentro do quarto, enfurecido caio em mim e vejo a brutalidade que cometi com pessoa tão meiga, carinhosa e sedutora. Sento-me e coloco as mãos sobre a cabeça, afastando a raiva e colocando como prioridade a impensada atitude que realizei a minutos. Quando achava que tinha estragado todo o fim de semana e que todos os sonhos e cenas praticados não tinham mais valor, eis que surge um milagre. Valéria aparece na porta do quarto, com os cabelos despenteados, ofegante e mantendo o vestido azul de linho aberto nas costas.

–Não posso mais suportar essa pressão. A minha libido está tendo convulsões e a cada momento que estou perto de você um enorme calor me invade a carne e incendeia o corpo. Eu te quero, te quero muito!!!!

Nesse momento levanto-me da cama e dou um abraço forte em Valéria, que não perde tempo e começa a me beijar. Seus lábios são solicitos, demonstram carência e uma paixão incontida de extremo grau. Aproveito que o seu vestido está aberto e começo a tirá-lo. Coloco seus seios a mostra tendo como fachada o belíssimo sutiã vermelho de renda. Aperto-lhe os seios com as mãos e Valéria relaxa seu corpo contra o meu, dando um longo gemido. Valéria não me deixa continuar a despí-la em pé, forçando-me a sentar na cama e de frente a ela, começa a baixar o resto do vestido que ainda está em seu corpo. Quando suas formas perfeitas começam a ser exibidas e observadas por meus olhos, minha ninfa vira-se e exibe com toda a sensualidade o seu quadril maravilhoso.

Nesse momento posso admirar com mais calma a beleza de seu corpo. Seu quadril é grande, de formas arredondadas e arrebitado na medida certa. A calcinha é vermelha e de renda como o sutiã, só que com cortes mais ousados, deixando toda a exuberância de seus glúteos a mostra. O vestido já está no pé de Valéria e começo a beijar suas nádegas, detendo-me nas “popinhas” salientes e no perfume hipnotizador que seu sexo exala. Valéria manda que eu me deite na cama e vem por cima de mim, sentada sobre os calcanhares, retirar minha bermuda. Meu sexo salta aos olhos famintos de Valéria que o acaricia com o rosto e os seios. Valéria agora está em meu colo e aproveito o momento para retirar-lhe o sutiã, massageando-lhe os seios e detendo-me nos bicos, para logo depois dar-lhe um banho de língua nos mesmos moldes do que foi a massagem.

Sentada sobre o meu colo, Valéria alterna gemidos e suspiros com a minha língua em seus seios e fazendo movimentos com a pélvis de vai-e-vem sobre o meu sexo. Passo para a posição sentado sobre a cama e aproveito para acariciar seu bumbum fantástico. Dos beijos ávidos e de linguadas famintas em sua orelha, boca e pescoço, Valéria se desvencilha de mim e passa a dar um “trato” carinhoso e demorado em meu membro. Nesse momento, quando a boca de Valéria faz malabarismos em meu sexo, sorvendo como um sorvete, deliciosas linguadas na cabeça do meu membro e revezando beijos e chupões em toda a glande até os escrotos, poderia puxar o quadril de Valéria e fazer o tradicional “69”, mas acho mais excitante comtemplar o corpo de Valéria se contorcendo com o meu sexo em sua boca. Suas formas e beleza são dignas de uma pintura figurativa e essa imagem precisava ficar guardada em minha mente.

Como estava prestes a gozar e não queria estragar tão bela cena, peço que Valéria pare, para que eu possa retribuir todo o carinho e tesão que está me dando. Mudo minha ninfa de posição e a coloco de barriga para cima, escancarando suas pernas para poder sorver todo o mel que exala e escorre de seu sexo. Retiro-lhe a calcinha e começo a chupá-la. Primeiro no púbis, depois na virilha e depois concentro-me no clitóris, para posteriormente penetrá-la com a língua nos pequenos e grandes lábios. Valéria parece estar eletrificada, contorcendo o corpo, agarrando meus cabelos, gemendo e dizendo palavras desconexas. “Vem, me penetra, eu não aguento mais”. Quando tomo posição para penetrá-la ao velho estilo “papai e mamãe”, Valéria me segura e pede para mudar de posição. “Gosto de ir por cima, controlando a ação”, diz ela, com um belo sorriso nos lábios e aparentemente sedenta por sexo.

Posiciono-me como pediu e Valéria vem caminhando ajoelhada ao meu encontro para o “encaixe do prazer”. Mesmo com dificuldades sobre o macio colchão, pode-se notar o movimento de seu corpo e o destaque de suas formas, como a barriga, as coxas, o púbis, braços. São movimentos sincronizados e compassados que mostram a beleza de seu corpo jovem. Antes de ser penetrada, Valéria beija a minha boca e segura com força a cabeça de meu membro. Ajeita suas coxas e “guarda-o” em sua gruta do prazer. Os movimentos são os mais ritmicos e alucinantes possíveis, com o vai-e-vem sendo feito para frente e para trás e de cima para baixo, quando modifica o apoio, ora feito com os joelhos e agora feito com os calcanhares. Sinto o coração bater mais forte e apenas fico a alisar seu corpo, seja nos cabelos, boca, seios, barriga e quadril.

Como não quero gozar logo, fixo o meu pensamento em outros assuntos, tentando disfarçar o que tenho unido a mim. Repentinamente mudo de posição e a coloco de quatro, com o quadril escancarado e a penetro sem dó em sua gruta do prazer. As estocadas são revezadas entre rápidas e lentas, com o membro indo do fundo até quase sair de sua vagina. Valéria ajuda mexendo o quadril num rebolado fantástico e não me contendo mais, aviso que vou gozar, quando ela me conta que o orgasmo está chegando também. Gozamos juntos e caimos desfalecidos na cama, colados e unidos num só prazer.

Acordo logo depois entre meio assustado com o horário e feliz com a cena que se desenrola. Valéria está deitada do meu lado esquerdo, em sentido contrário e com o meu membro em sua boca. Do outro lado está Andressa que fica a me alisar o corpo e dando leves beijinhos em toda a extensão. Vez ou outra Andressa alisa o bumbum de sua prima. Ao despertar e finalmente me sintonizar ganho um beijo na boca de Andressa, que nada diz mas expressa em seu sorriso, toda a alegria pela cena em que participa. Retribuo o beijo e vou logo chupando os seios de Andressa, para depois colocá-la sobre a minha boca, onde pude chupar-lhe também o sexo.

–Você também vai deflorar o bumbum de minha prima, foram as únicas palavras de Andressa dita nessa hora. Aceno um sim com a cabeça e juntos, preparamos o ânus de Valéria para a penetração, colocando a prima ninfa apoiada na cabeceira da cama. Em seguida, desencadeamos uma sequência de sexo oral no ânus de Valéria, onde não faltaram beijos na boca entre eu e Andressa e esta a chupar-me também o sexo, para mantê-lo ereto. Coloco Valéria de quatro, tendo o capricho de preparar a fêmea para a penetração, fazendo-a levantar o tronco, flexionar para baixo a região lombar e com isso, empinar ainda mais o seu quadril, com belas nádegas e um suculento ânus rosado, que brilhava de tão lubrificado que estava.

Ajeito meu membro e trato de colocar a cabeça bem devagar. Valéria solta um gemido seco e abre ainda mais a genitália com a força de seus músculos. A penetração é lenta, gradativa e maravilhosamente deliciosa. Começo a “bombar” lentamente no ânus de Valéria que rebola, diz palavras desconexas e geme silenciosamente, através de sussuros. Com o tesão aumentando aumento a cadência do ato, provocando gritos histéricos e frases ousadas, como: “Vai, vai mais fundo, arrebenta com tudo, que delícia, isto me faz tão bem”. Nesse momento a prima Andressa está embaixo de Valéria, chupando-lhe o clitóris, o sexo e o meu membro. Valéria não se faz de rogada e trata de retribuir os carinhos da prima, que constantemente muda de posição e passa a beijar-lhe a boca e a acariciar-lhe o bico dos seios com a ponta da língua. Não consigo suportar a ansiedade do desejo conquistado e perco o controle perante a cena que presencio e que também faço parte, gozando abundantemente no ânus de Valéria, que logo em seguida recebe o socorro de Andressa e com sua língua mágica, trata de “limpar” o sexo da prima, dividindo o mel do prazer na boca de Valéria e esta por conseguinte, “enxuga” o meu membro, não deixando a prima recém-iniciada na mão, repassando o restante do mel para os seus lábios.

Caímos os três extasiados na cama e dormimos profundamente, acordando horas depois, quando era noite alta. Como não iríamos retornar naquele dia, preparamos um belo jantar e nos fizemos, há três, de sobremesa por toda a madrugada, retornando para nossa cidade apenas na segunda de manhã, onde retomaríamos a mesmice de nosso dia-a-dia. Infelizmente não posso escrever mais sobre o assunto. É que Valéria e Andressa, fogosas damas do sexo estão envoltas em pernas, beijos e afagos em frente a uma lareira, nuas, reclamando a minha presença. O que aconteceu? Isto é assunto para uma outra ocasião!!!!!!