Já estamos no quarto ano da atual gestão. Para uns o tempo passou rápido e para outros, parece que foram 40 anos. Rápido ou lento o mais certo que esta gestão, a mais desastrosa da história política de Caraguatatuba entra no seu último ano e as orações para nunca mais retornar aumentam a cada dia.

Se o primeiro ano foi marcado pelo excesso de contratações, obras paralisadas, as vinganças cometidas a opositores, ações judiciais das mais variadas e em grande quantidade e a total desorganização em Contratos e Licitações.

O segundo ano da gestão teve como destaque a falta de planejamento, atrasos, desordem administrativa e o famoso “Fogo Amigo”, onde partidários de um mesmo clã se digladiaram, consumiram um ao outro em ciladas políticas e numa espécie de purificação da raça plena, preteriram vários que anteriormente caminharam juntos.

Podemos destacar também as Licitações da Merenda Escolar, da Editora Planeta, do Uniforme Escolar, mais atrasos em projetos, convênios e obras e o maiores destaques do período, a Eleição da Presidência da Câmara Municipal, que causou o início da ruptura política do grupo e o famoso Empréstimo de R$ 152 Milhões, que movimentou tanto a classe Política como o Eleitorado e o Judiciário, com medidas judiciais, sessões canceladas, deturpações nos Pareceres e alterações no Regimento Interno.

A Eleição da atual Mesa Diretora do Legislativo foi outro assunto que merece destaque, não apenas pela repercussão, mas por toda engrenagem desenvolvida através de privilégios, benevolências, traições e favorecimentos a situacionistas em contrapartida a outros situacionistas, pois até aquele momento não havia uma oposição declarada. O resultado disso foi a eleição de um Vereador que carrega em seu currículo uma extrema linha conservadora, calcada em ritos Ditatoriais que nos levam a um passado sombrio.

A atual gestão manteve algumas falhas que trouxe do início do mandato, a contratação de muitos apaniguados, a exclusão de outros cotados como amigos, o duplo comando na Prefeitura, onde Pai e Filho dividem o poder da cidade, o primeiro de fato e o segundo por direito e as medidas paliativas para tentar sanar as sequelas da Eleição Legislativa, com a nomeação de um dos amigos derrotados na Secretaria de Habitação.

A morte ainda não explicada de um membro do staff de campanha é outro ponto que marcou o ano que passou na política local. Desavenças pessoais, problemas de manejo, fogo amigo, traições internas ou apenas mais um número sobre criminalidade, o mais importante é que este fato causou uma fissura no escudo blindado desta desastrosa gestão.

O termo “Cidade Abandonada” foi o mais falado e escrito, seja na boca do povo como nas Redes Sociais no ano passado. Falta de manutenção em vias públicas e praças, onde impera a falta de cuidado e as manobras “administrativas” do Prefeito Pai, problemas de atendimento e má gerência na Saúde Pública, como a demora para consultas, exames e seus resultados e falta de remédios fizeram parte do cotidiano do contribuinte, juntamente com as atitudes da diretoria da Fundacc, tornaram o ano ainda mais tenebroso para a população local.

Finalizando nada mais comum e de consequência mais óbvia do que o descontrole financeiro sofrido atualmente pela Prefeitura. Ao longo do último ano foram as obras, licitadas na sua maioria em plena desordem administrativa, que sofreram paralisações, abandonos, deixando o povo ao léu. Este descontrole econômico/financeiro é a maior prova da má gestão do Dinheiro Público, visto que a maioria destas paralisações vieram da falta do Erário no caixa municipal, devido a compras sem necessidade, custos elevados e má gerência de Planejamento.

Neste ano Eleitoral pode-se esperar tudo pela ânsia da conquista dos votos, porém o mínimo que o contribuinte aguarda é um pouco de gestão transparente e com bom senso com o Dinheiro Público, para que pelo menos a manutenção da cidade seja feita, seja por uma Gestão que nada teve de Humanizada, seja por alguém que nada fez e não cuidou da população. É esperar para ver!!!

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