Trânsito em Caraguá 3

Nas últimas semanas você conheceu um pouco do empreiteiro e construtor Sandro Matias, da Construart, empresa familiar que está na segunda geração de seu fundador. A partir deste texto, você conhecerá as opiniões e o pensamento de Sandro Matias a respeito de vários assuntos ligados a cidade, ao seu dia-a-dia e o funcionamento visando uma melhor qualidade de vida aos seus moradores.

Caraguatatuba assim como as outras cidades do Litoral Norte tem uma estrutura viária antiga, de calçadas e ruas estreitas e irregulares que até 8 anos eram na sua maioria de bloquetes sextavados e receberam pavimentação asfáltica, resultando em economia quanto a manutenção do leito carroçável, mas aumentando o alagamento destas vias públicas e a temperatura local, principalmente durante o verão.

Mesmo com estes problemas ainda temos a melhor malha viária da região, podendo nos locomover de norte a sul e pelo centro tanto pelas vias principais como pelas alternativas, que nos ajudam a fugir dos congestionamentos durante os Feriados Prolongados e Férias de Verão e Julho.

Toda essa organização não significa que temos o sistema de trânsito urbano perfeito. Na verdade Caraguá precisa muito modernizar e atualizar o seu sistema viário, pois são vários os pontos que precisam ser analisados, alterados e melhorados para um melhor tráfego.

Vamos definir quais são os problemas e suas respectivas soluções. Uma análise preliminar mostra que temos poucos semáforos na cidade, ou seja, apenas na avenida da praia e defronte a Santa Casa. Poderia citar e descrever pelo menos 8 pontos da cidade que necessitam deste equipamento criado para organizar o fluxo de carros em avenidas e cruzamentos, entre eles na Miguel Varlez, altura da Israel Veículos.

Os Agentes de Trânsito fazem um importante trabalho na cidade, mas deveriam ter equipamento mais moderno e atualizado, como tablets funcionando em rede, onde o chamado “Marronzinho” teria a oportunidade de advertir e orientar os motoristas, inscrevendo isso num aplicativo específico, multando o motorista infrator, quando houvesse  consulta ao programa e o mesmo informasse que uma orientação já havia sido feita.

Uma campanha por tempo indeterminado e visando unicamente o pedestre seria outra alternativa, pois um pedestre educado obriga o motorista a respeitar o Código Brasileiro de Trânsito, tornando a convivência mais harmoniosa e segura em nossa cidade.

Um melhor reestudo das vias públicas com suas respectivas mãos de direção seria também o mais aconselhável, pois atualmente há um desequilíbrio, seja para o sentido centro/bairro ou vice-versa ou ainda no sentido praia/morro ou morro/praia. O nosso sistema não é obsoleto, precisa apenas de reajustes para melhorar ainda mais.

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