A Difícil Arte de Prever o Futuro na Política 2

 

O futuro é a parte do tempo que vem depois do passado e do presente e serve, assim como diz o nome, para dizer o que virá nas próximas horas, dias, meses, anos, décadas, séculos e por aí vai. Que ele existe e virá temos certeza e muitas vezes como será também.

Muitas vezes iniciamos atos no presente, sabendo o que acontecerá no futuro. Quando colocamos óleo, alho, deixamos os mesmos refogarem, colocamos o arroz e o deixamos fritar e posteriormente colocamos água, sabemos que teremos no final arroz cozido, mais ou menos papado, mas arroz cozido. Quando nasce o nosso filho sabemos que no final podemos ter ou não acertado na sua educação, resultando num bom ou mau cidadão.

Em suma em todas as nossas ações temos certeza que teremos um resultado, benéfico ou não. Só não temos certeza de qual será o futuro da política em nossa cidade para o próximo ano. Não sabemos o que esperar e qual resultado teremos para enfrentar as urnas e decidirmos o destino de nossa cidade.

Que no próximo ano teremos Eleições Municipais e em 2016 haverá o embate entre dois ou mais candidatos eu tenho certeza. A minha dúvida ou a difícil arte de prever o futuro, é saber qual candidato irá preencher a principal vaga neste quebra cabeças. Concordamos que o segredo e o sigilo em certas horas é importante e prioritário, mas não saber pelo menos a dica de quem irá ocupar a vaga principal paralisa todo o sistema, interrompe todo o mecanismo.

A Difícil Arte de Prever o Futuro na Política

 

Podemos dizer que temos um quadro mais ou menos montado. Devem sair candidatos ao pleito municipal de outubro de 2016 em Caraguatatuba um candidato pelo PT – Partido dos Trabalhadores, um candidato pelas oposições, que deverá ser o ex-prefeito José Pereira de Aguilar, o médico José Ernesto pelo Solidariedade e o candidato indicado pelo Prefeito Antonio Carlos da Silva, que é o ponto nevrálgico deste texto, o clímax, o ponto culminante, o ponto G da satisfação eleitoral. Neste quadro algumas alterações podem ocorrer, como o PT fazer alguma coligação no Majoritário, além de Aguilar um outro candidato das oposições sair a campo devido a fogueira dos Egos e o choque das Vaidades e Nivaldo Alves, pela situação colocar o seu time em campo mesmo sem ter o apoio do Prefeito Municipal.

Como se vê tudo se mostra no horizonte referente ao próximo ano e o pleito de outubro, tendo apenas o silêncio oportuno e compreensível do Prefeito Antonio Carlos. Entendo e compreendo o silêncio do Chefe do Executivo e praticando a empatia, faria o mesmo para não colocar em risco todo um projeto que teve início há 16 anos e vem sendo monitorado nos últimos 4 anos. O que estraga e enraivece é todo esse procedimento estratégico, esse politicamente correto que estraga sonhos e prejudica conjecturas. Se ao menos tivéssemos uma dica, ajudaria bastante.

Falando em dicas várias foram dadas ao longo dos últimos dias; Conhecimento dos problemas da cidade, Experiência em Administração Pública, Sólida situação Financeira, Lealdade, Confiança, Serviço Prestado e até Sola de Sapato. Adicione a tudo isso estrutura e organização partidária e você terá um Caldeirão de nomes que não te levarão a lugar algum, a não ser a sua opinião, que nem de longe chega ou chega ??? , na escolha final do Prefeito Antonio Carlos.

Sendo assim vamos continuar discutindo conjecturas e torcer, para que o nosso gosto seja o da escolha final do Todo Poderoso e entre um debate e outro, exercitar a difícil arte de prever o futuro.

A Difícil Arte de Precver o Futuro na Política 1

 

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