Imagine uma criança inocente que por conta do destino, vive num lar onde impera a violência, as drogas e a falta de estrutura familiar. O que fazer com ela??? As alternativas estatais não apresentam a base necessária para a sua recuperação dos traumas vividos e uma perfeita interação com a Sociedade. Para resolver isso o Deputado Estadual Antonio Carlos Júnior apresenta a proposta da “Família Acolhedora”, como forma de apoiar crianças e jovens que passem por problemas ligados a sua família.

Nascido em 2011 pela concepção de Jane Valente, responsável pela Secretaria de Desenvolvimento Social da Prefeitura de Campinas e implantado em Caraguatatuba em 2015, na gestão do ex-Prefeito Antonio Carlos da Silva, tendo atendido aproximadamente 20 famílias, o Programa Família Acolhedora sai do particular ou municipal, para abranger todo o Estado de São Paulo, através da propositura apresentada pelo Deputado Estadual Antonio Carlos Júnior.

O objetivo do Projeto é o de acolher crianças, na casa de famílias cadastradas, que tenham rompido o seu vínculo familiar por tempo determinado ou até que o lar original da criança esteja reestruturado.

Participam do Programa Famílias que tenham vínculo familiar rompido, seja por Drogas ou Álcool, tanto de pai como da mãe, que tenham ficado órfãos, abandonados, vítimas de violência doméstica ou abuso sexual.

Comprovado qualquer um dos tipos de problema mencionados e sendo a criança menor de 18 anos, o Juiz da Vara da Infância e Juventude enviará o menor para uma das casas da Família Acolhedora, que receberá um salário mínimo mensal por um período de dois anos, podendo ser renovado.

Para participar a Família deverá enviar os documentos necessários, como CPF, RG, Certidão de Nascimento ou Casamento e Certidão Negativa de Antecedentes Criminais. O seu cadastro será feito em âmbito municipal e posteriormente repassado para o Governo do Estado. Tanto a Prefeitura como o Governo Estadual farão reciclagem periódica das Famílias Acolhedoras com o intuito de manter a qualidade para o acolhimento dos menores que sofrerem problemas familiares.

A tarefa das Famílias Acolhedoras será o de receber o menor indicado pelo Juiz da Infância, dando a ele todo o tratamento e cuidado que ele teria na sua casa de origem, seja na Educação, Ensino, Higiene, Estrutura Familiar e Residencial, Interação com a Família e a Sociedade Civil Organizada. A criança retornará para sua residência de origem ao final de dois anos ou antes disso se comprovado que o problema na origem foi sanado. No caso de não ter havido solução no período de 24 meses a criança poderá ter o acolhimento renovado, seja por necessidade da criança e autorizado pelo Juiz.

Para o Deputado Antonio Carlos Júnior o cuidado com a criança é prioridade máxima. “A criança ou futuro cidadão merece e precisa de todo cuidado possível, seja na Educação, na Segurança, na Saúde e no seu desenvolvimento físico, social, mental e familiar. Com este projeto poderemos dar todo o apoio necessário para que a criança ou adolescente possa vencer a barreira da falta de estrutura familiar da melhor maneira possível”, disse.

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