E continua o Blogueando abordando a mesma questão da coluna anterior.

 

 

Fest Verão 13

Ficou combinado entre as partes que o pagamento seria semanal, o que obviamente nunca ocorreu. Ao mesmo tempo que o Afilhado Bagre assumiu a patacada, um rapaz de nome Wagner foi chamado para servir de Testa de Ferro na situação.

 

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Você já viu Patacada sem confusão??? Como se não bastasse o problema de pagamento, há informações de que o Advogado Alan Tripac teria ido até a Colônia dos Delegados solicitar que Equipe Médica, Segurança, Sonorização, Estrutura e Bilheteria saíssem do local, pois a Prefeitura não tinha qualquer relação com eles e que vários problemas teriam ocorrido.

 

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Analisando a fundo tanto a Prefeitura como o causídico estão corretos. O contrato tinha como partes a Prefeitura e a Divi Produtora, sendo que as equipes deveriam ser pagas e apoiadas pela empresa de Adriano e não pelo Poder Público.

 

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Se por um lado está correto no modo de agir, eu pergunto porque deixaram e liberaram a entrada destas equipes na Colônia dos Delegados???

 

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E nesse imbróglio chegou a informação de que os Bombeiros teriam multado o Fest Verão em r$ 15 mil pelo fato de não haver ambulância no evento, mas não proibiu os shows de acontecerem.

 

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Segundo o Capitão Kruger – Comandante dos Bombeiros em Caraguatatuba a informação não procede, pois a corporação não emite multa, cabendo a ela apenas vetar ou não determinado evento se apresentar problemas de segurança a população.

 

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Ainda segundo o Comandante Kruger os Bombeiros não proibiram a realização do evento pois o determinado pela produção era que no máximo a Praça de Eventos teria 9.999 pessoas e com esta capacidade não há a necessidade de ter ambulância no local.

 

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Mas em contrapartida era necessário ter membros de uma brigada de incêndio no local.

 

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Voltando ao “humanizado” ato de acolher em local público membros do Fest Verão, o afilhado impugnado “permitiu” que apenas a Segurança do evento usasse a cozinha da Colônia, com mantimentos fornecidos pelo próprio!!!

 

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Veja a que ponto chegamos. Um político impugnado pela Justiça e que tem o Tribunal na sua cola para confiscar seus bens para o pagamento dos seus erros entra num espaço público, fornece alimentação e ainda restringe quem deve ou não se alimentar!!!

 

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E quer saber o pior??? Com um estoque de alimento e sendo eles os únicos a poder da cozinha, a equipe de Segurança cobrava, sim cobrava, almoço do restante do grupo. Transformar o espaço público em espaço comercial para um determinado fim é o Fundo da Picada!!! para não ser redundante.

 

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Segundo informações o restante do grupo comia no espaço do Hermano Portenho, com a devida nota assinada para pagamento posterior.

 

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Os pagamentos chegaram na época a casa dos R$ 300 mil e segundo consta, depois da tentativa de pagar com carros velhos e inservíveis, não sabiam como fazer para quitar os débitos.

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