Como diz o velho ditado; “Nóis Tarda ma num Fáia”, expressão tradicional dita pelo morador do campo, quando se refere a demora para a solução de um problema, serve perfeitamente quando o assunto está relacionado com a Vivo em Caraguatatuba, pelo menos no que tange a sua sede, localizada na Avenida Miguel Varlez, no centro da cidade. Em Janeiro de 2016 o Contra & Verso retratou que os moradores de rua usavam a parte coberta do edifício sede como dormitório no período noturno e em Novembro de 2015 e Janeiro de 2016 mostramos que a lateral do prédio merecia uma pintura devido a chuva. Consultada a época a Assessoria de Comunicação da Vivo não informou como iria resolver a questão e quanto a pintura, a mesma ficaria para o segundo semestre de 2016. O prédio tem mais de 20 anos de idade e a Prefeitura nunca intimou a empresa no que tange a uma lei sobre a pintura de prédios a cada dois anos. Assim como o velho ditado do caipira, a Vivo só resolveu a questão no final de 2017, ou seja, com um ano de atraso quanto a promessa, resolvendo a questão dos Sem Teto. Perguntada novamente a Comunicação da Vivo disse que é praxe da empresa não informar prazos, épocas e custos de suas obras. A questão dos Sem Teto foi amplamente debatida pelo Contra & Verso, pois mesmo com as ações governamentais para solucionar a questão, a maioria dos moradores de rua preferem viver na imundice, na pobreza extrema e alcoolizados, pedindo dinheiro e mendigando comida nas casas e restaurantes da cidade.

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